Como Fazer Inventário Sem Dinheiro? Veja o Passo a Passo para Quem Não Consegue Pagar o ITCMD
Muitas famílias passam por uma situação difícil após o falecimento de um parente: precisam fazer o inventário, mas não têm dinheiro para pagar os custos do processo.
É comum surgir a dúvida: é possível fazer inventário mesmo sem ter dinheiro para pagar o ITCMD, advogado e cartório?
A resposta é que, em muitos casos, sim. Hoje existem soluções que permitem organizar o inventário mesmo quando os herdeiros não têm recursos imediatos para pagar todas as despesas.
Antes de entender como isso funciona, é importante compreender quais são os custos envolvidos em um inventário.
Quais são os custos de um inventário?
O inventário é o procedimento necessário para transferir oficialmente os bens de uma pessoa falecida para seus herdeiros. Esse processo envolve alguns custos obrigatórios.
Os principais são:
- Honorários do advogado, que conduz todo o processo jurídico;
- ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis), imposto estadual cobrado sobre a herança;
- Custas de cartório ou judiciais, dependendo do tipo de inventário.
Em muitos casos, esses valores podem ser altos, principalmente quando existe imóvel no patrimônio.
Por isso, diversas famílias acabam adiando o inventário por anos, o que pode gerar novos problemas jurídicos no futuro.
É possível fazer inventário mesmo sem dinheiro?
Sim. Atualmente existem soluções que ajudam os herdeiros a organizar o inventário mesmo quando não possuem dinheiro para pagar os custos iniciais.
Uma dessas soluções envolve empresas especializadas na gestão financeira do inventário.
Nesse modelo, uma empresa parceira assume a organização financeira do processo, ajudando na venda de bens do espólio e realizando os pagamentos necessários para que o inventário seja concluído.
Isso permite que os herdeiros consigam resolver a situação sem precisar desembolsar grandes valores no início.
Como funciona esse modelo de inventário?
O funcionamento é relativamente simples e tem ajudado muitas famílias que possuem bens, mas não têm liquidez imediata.
Em geral, o processo segue os seguintes passos:
- Os herdeiros iniciam o processo de inventário com um advogado;
- Uma empresa parceira especializada em inventários auxilia na gestão financeira do processo;
- Essa empresa ajuda na venda de bens, como imóveis do espólio;
- Com os recursos da venda, são pagos impostos, custas e honorários;
- Após a conclusão do inventário, os herdeiros recebem sua parte da herança.
Ou seja, em vez de pagar tudo no início, os valores são organizados durante o próprio processo.
Empresa parceira ajuda a “desenrolar” o inventário
Hoje existem empresas especializadas justamente em ajudar famílias que estão com inventários parados por falta de dinheiro.
Uma dessas empresas é a Desenrola Inventário, que atua organizando toda a parte financeira do processo.
O trabalho envolve:
- Gestão dos pagamentos do inventário;
- Auxílio na venda de imóveis do espólio;
- Organização das despesas do processo;
- Planejamento financeiro para pagamento de impostos e honorários.
Com esse modelo, os herdeiros conseguem resolver o inventário sem precisar pagar tudo antecipadamente.
Quando essa solução pode ajudar?
Esse tipo de solução costuma ser útil quando:
- Os herdeiros possuem imóveis no inventário, mas não têm dinheiro disponível;
- O inventário está parado há anos por falta de recursos;
- Existe dificuldade para pagar o ITCMD;
- A família precisa vender um bem para pagar as despesas do inventário.
Nesses casos, contar com apoio especializado pode facilitar muito a resolução da situação.
Regularizar o inventário evita problemas futuros
Deixar um inventário parado pode gerar diversos problemas jurídicos, como dificuldade para vender imóveis, bloqueio de bens e conflitos entre herdeiros.
Por isso, buscar uma solução para regularizar a herança é sempre o melhor caminho.
Hoje, com modelos que permitem organizar o pagamento das despesas ao longo do processo, muitas famílias conseguem finalmente resolver o inventário que estava parado.
Se você está enfrentando essa situação, o ideal é conversar com um advogado para entender qual é o melhor caminho para o seu caso.